O comércio de seguros que tem diversas opções de itens para os seus consumidores e preços de menor quantidade que são cobrados hoje em dia. Seria viável até mesmo fazer um seguro de carro a parte se o cliente não houver muito dinheiro. Essa é a promessa da Susep (Superintendência de Seguros Privados), o órgão do governo que é responsável pelo setor. O lançamento do Open Insurance “Seguro Aberto”. As normas tem a probabilidade de entrar em vigor ainda este ano.

Porém, a decisão tem de enfrentar a obstinação dos grupos financeiros, donos dos bancos gigantes e das seguradoras mais importantes do país, reunidos na CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras). Para a eminência, o tempo e as normas propostas pela Susep deixam em risco o sistema de seguros do país.

Veja o que é Open Insurance e também as normas que foram sugeridas que estão gerando disputas entre o gigantes grupos de finanças e as empresas novas do setor.

Open Insurance

Open Insurance é um grupo de normas e métodos que permite construir um mercado de seguros. As companhias do setor de seguros terão de abrir os dados que possuem de seus consumidores – desde que haja a autorização dos consumidores para o compartilhamento. Acompanha a mesma logística de Open Banking, que já fora lançado.

Para que haja a troca de dados entre diversas firmas de uma forma rápida e segura, todos os membros terão de chegar a um acordo para poder construir um único sistema, padrão em transação de informação para esse mercado

“O mais importante para a Susep é o crescimento do mercado com maior inclusão financeira, com o acesso a seguros para mais pessoas. O Open Insurance vai trazer mais produtos e a customização desses produtos”.

Como Funciona

No Open Insurance, as informações serão do consumidor. Se o consumidor apetecer, os dados que estão em uma seguradora A poderá ser pesquisado por uma seguradora B, ou outra firma que seja autorizada a operar com seguros.

O propósito de acesso aos dados do cliente é oferecer um item concorrente, melhor ou mais barato.

Quando se Inicia

Primeiramente entrará em funcionamento por fases. Na primeira etapa, que começa em 15 de dezembro, as maiores empresas de seguro começarão a abrir os dados gerais que obtêm.

Não terá dados compartilhados específicos de cada usuários, no entanto, as informações gerais como preços médios, tipos de produtos oferecidos e condições.

No dia 31 de maio de 2022, dá início a segunda etapa, quando começar a ter a troca de dados do cliente.

Na segunda fase, uma seguradora poderá pedir a informação de um cliente da seguradora B para proporcionar uma recomendação que seja mais interessante de produtos – desde que haja a autorização do cliente para o compartilhamento de seus dados.

Em 3 de julho de 2022, será quando as empresas participante começarão a oferecer seus produtos e serviços pelo Open Insurance.

Participantes de Open Insurance

As gigantes firmas de seguros, são obrigadas a participarem, isto é, elas serão obrigadas a abrir os dados que possuem – caso o cliente autorize.

As empresas do setor que são novas, como insurtechs (Empresas digitais de seguros), participam somente se quiserem, mas, uma vez que esteja dentro do Open Insurance, também terá de compartilhar os dados que tiverem.

Open Insurance é Confiante

Determinadas empresas e a Susep confirma que o compartilhamento de elementos no setor de seguros estimulará a disputa entre clientes, gerando mais concorrência e, deste modo, permitindo a jogada de novos produtos e e a diminuição de preços que hoje são pagos pelos clientes em uma apólice de carro ou saúde, como exemplo.

“Às vezes, a pessoa deixa de fazer um seguro de um carro porque não tem dinheiro para o valor integral do veículo. Mas se houver produtos novos que permitam segurar apenas um percentual do bem, a pessoa vai ter condições de fazer o seguro.”

Novos Produtos

Com base nas informações dos usuários, novas firmas poderão construir diversos tipos de serviços que se baseiam no seguro.

Há exemplos, como plataformas que comparam diferentes preços de diferentes seguranças e aplicativos que reúnam dados da conduta de uma pessoa que possa ser baixado o custo de um seguro e ajudar o cliente a receber descontos na hora de admitir um seguro.

“Há muitas amarras que levam o consumidor a não fazer o seguro. A falta de competição gera preços elevados e menos produtos. Com o open insurance, o mercado passa a ser guiado pela demanda, pelo desejo do consumidor, e não pela oferta, pela imposição das empresas. Informação só representa custos menores para consumidores se essa informação permitir a competição, pois num mercado dominado por poucas empresas a informação até pode ser usada para uma oferta de produtos melhores, mas também mais caros.”

Seguro Mensal

Algo de um produto que possa ter lançamento é o seguro de veículos com a validade mensal, ou que haja uma apólice que oculte uma parte do valor do automóvel e não com 100% de obrigatoriedade do item.

É capaz de haver maiores descontos conforme as maneiras do motorista. Um aplicativo que seja instalado no smartphone do usuário pode apresentar dados como bons hábitos de direção, distância percorrida mensalmente e espaços frequentados.

“A partir do momento em que as informações de um cliente numa seguradora forem compartilhadas, outras empresas poderão oferecer produtos mais baratos.”
Seguradoras Contra

A CNseg, instituição que retrata de grandes grupos que agem nos setores de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização, expressa que o open insurance está sendo divulgado no Brasil com pouca conversa, de um jeito apressado e com a necessidade de regras que deviam ser revistas.

O open insurance é uma evolução natural, que deve acontecer no futuro. Mas nos preocupa muito a forma com que ele está sendo implementado no Brasil. Sem discussão prévia com o setor, sem buscar experiências de fora do Brasil.”

Críticas da CNseg

Prazos: O prazo para fazer a estrutura do Open Insurance é “Irrealizável”. A incitação se torna maior por conta da pandemia, que está solicitando investimentos e tempos de trabalho dessas firmas.

Direitos das novatas: Seguradoras que participam de grupos que são os maiores no financeiro do país não querem que as firmas “novatas” que estão na etapa de experimento, participem do open insurance.

Essa etapa de experimento é um mercado temporário, onde novas empresas podem experimentar, por um prazo de até 36 meses, novos produtos e serviços, perante a vigilância da Susep.

A CNseg quer que essas novas companhias tenham acesso aos dados do open insurance só depois que passarem nesse teste.

Iniciadores de serviços: As seguradoras gigante também não querem compartilhar dados com um grupo de novas empresas que surge no open insurance, os autores de serviços. Eles são empresas auxiliares do mercado, como uma fintech que cria um aplicativo de comparação de preços.

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